terça-feira, 27 de outubro de 2020

Quantum Gis: Desenho Escalonado e análise da Produção de Dendê R.G.I. de Castanhal, em 2017


O vídeo é uma produção do Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (Geocam), apresentando os resultados iniciais da pesquisa intitulada: "Projeto Cartográfico: Produção de Recursos Didáticos em Geografia, na Região Geográfica Imediata de Castanhal" coordenada pelo Geógrafo Prof. Dr. Carlos Jorge Nogueira de Castro, da Universidade do Estado do Pará (UEPA) do Campus Universitário de Igarapé-Açu (Campus - X). A pesquisa é financiada pela Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp), vinculada ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBIC) a partir do Sub-programa: PIBIC / FAPESPA, motivo pelo qual a aluna bolsista: Railana Oliveira da Silva (do curso de Geografia) desenvolve suas atividades pautadas ao atendimento dos objetivos do projeto.

O vídeo apresenta elementos iniciais do processo de inserção de desenhos escalonados em Sistemas de Informação Geográfica (SIG's) tendo ao mesmo tempo, um caráter técnico com a finalidade de uso didático pelos professores de Geografia, quando no processo ensino e aprendizagem. Para melhor ilustrar os procedimentos, foram analisados os resultados da produção, em toneladas, do cultivo de Dendê no ano de 2017, nos 14 municípios que compõem a Região Geográfica Imediata de Castanhal.

Diante ao exposto, o vídeo tem compromisso com a pesquisa apresentando elementos iniciais, porém significativos e necessários ao processo de leitura do espaço geográfico, no contexto agrícola. O mesmo, apresenta pretensões de ser um instrumento didático e pedagógico na estrutura do plano de desenho que compõem o Projeto Cartográfico pensado para o desenvolvimento da pesquisa, que encontra-se no estágio inicial.

DIÁLOGOS COM A PESQUISA 

Para João Barros Filho pesquisador membro do Grupo Geocam discute  A Expansão da dendeicultura no nordeste paraense: a territorialização da Palmasa no município de Igarapé-Açu.

Para a compreensão dos processos inerentes ao sistema produtivo do dendê e sua dinâmica nas relações com a agricultura familiar, bem como no impacto socioeconômico no município de Igarapé-Açu, Nordeste Paraense, Barros Filho e Costa (2015) afirmam que tais transformações ocorrem, principalmente, a partir da implantação e territorialização da Palmasa, na aquisição e uso terras voltadas, inicialmente ao cultivo de pimenta-do-reino e frutíferas diversas, depois direcionado à produção dendeícula, potencializada por incentivos/investimentos públicos visando maior participação em um cenário econômico mais competitivo. Por outro lado, essa lógica reverberaria em significativas mudanças na paisagem e também no modo de vida dos agentes campesinos, mostrando suas possibilidades e contradições no espaço agrário local.

Nesse contexto, os autores supracitados enfatizam a dendeicultura na Amazônia, onde o Pará está em posição geográfica e econômica privilegiada, elevando o mesmo ao patamar de maior produtor nacional de dendê. Nesse cenário, o Nordeste Paraense merece destaque, pois desfruta dos condicionantes e potencialidades naturais e territoriais necessários a produção de óleo de palma. Daí o surgimento de grandes grupos econômicos voltados, em primeiro momento, ao setor alimentício, e em seguida, galgando o mercado exterior na produção do biodiesel como fonte energética, remetendo a esta região, conforme Castro (2017) o padrão intermediário de ocupação “estrada - terra-firme – solo”.

Reforçam ainda que, a Palmasa, empresa com mais de trinta anos desde sua implantação, vem mostrando força e com isso busca manter-se competitivo no mercado alavancando e agregando valor a sua produção através da verticalização. Por outro lado, a agricultura do município de Igarapé-Açu, desfavorecida em âmbito setorial, convive com incertezas devido ao aporte inferior de investimento e políticas públicas. Dessa forma, nessa parcela territorial, da Região Geográfica Imediata de Castanhal, é nítido que o sistema produtivo do dendê é visivelmente beneficiado, devido ao apelo “sustentável” que incorpora os aparatos financeiros e técnicos para a estabilidade dessa monocultura.

Bibliografia

CASTRO, Carlos. “BELÉM: da Formação da Cidade à Atuação dos Agentes do Sistema de Transporte Urbano.” Em Belém dos 400 anos: Análises Geográficas e Impactos Antropogênicos, por Christian Nunes da Silva, Luziane Mesquita da Luz, Franciney Carvalho da Ponte e José Edilson Cardoso Rodrigues, 275-296. Belém: GAPTA-UFPA, 2017.

CASTRO, Carlos. PROJETO CARTOGRÁFICO E A PESQUISA: a implementação da escrita gráfica nos princípios geográficos e o tripé Geografia – Cartografia – Geoinformação. Revista de InterEspaço, v. 5, p. 38-53, 2017.

http://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/interespaco/article/view/12337

BARROS FILHO, João de Souza; COSTA, José Adrielson dos Santos. A Expansão da dendeicultura no nordeste paraense: a territorialização da Palmasa no município de Igarapé-Açu, 2015. 106 pág. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Licenciatura Plena em Geografia) – Universidade do Estado do Pará, Igarapé-Açu.

Texto - Geocam (2020)

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Consulta Simples de Área no Quantum Gis e criação de gráfico no Excel

O tutorial em tela, apresenta a consulta simples de medida de área em quilômetro quadrado (Km²) do bairro do Ianetama, situado no município de Castanhal. A resolução simplificada da identificação de áreas urbanizadas, a partir da presença de Quadras Urbanas, permite separar áreas ocupadas vs área com usos livres, ou seja, ainda não convertidos ao uso urbano, comparando a malha de Quadras de 2005 a 2018. Ao longo do vídeo os dados aferidos são mensurados com uso de planilha Excel, permitindo compreender as medidas, em proporcionais comparando os anos de análise.

O vídeo foi produzido em caráter, sob as diretrizes do Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (Geocam) visando atender a possíveis dúvidas de caráter acadêmico, as informações vetoriais de quadras compõem o Projeto Cartográfico Geocam sob condução da graduanda Carina Rosário que desenvolve pesquisas no bairro supracitado, a condução e edição do vídeo é uma realização do geógrafo e professor Carlos Castro.

Texto Geocam - Uepa (2020).

domingo, 9 de agosto de 2020

Defesa de Doutorado - Carlos Jorge Nogueira de Castro (PPGEO-UFPA)

 No próximo dia 11 de agosto de 2020, o Geógrafo Prof. Me. Carlos Jorge Nogueira de Castro, pesquisador líder do Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (GEOCAM) estará apresentando ao Programa de Pós-graduação em Geografia (PPGEO) da Universidade Federal do Pará (UFPA), a pesquisa intitulada: O TRANSPORTE PÚBLICO ENQUANTO DIMENSÃO DO PROCESSO DE METROPOLIZAÇÃO DE BELÉM, como requisito à obtenção do título de Doutor em Geografia.

Confira a composição da banca, e a programação na figura a seguir:


Link de acesso a sala de reunião Google Meet:


Obs. Solicitamos que os frequentadores da sala, que não compõem a banca avaliadora, desativem os dispositivos de áudio e vídeo, e seja cordial e respeitoso nas mensagens via-chat. Durante a defesa, estaremos com o suporte de um administrador membro do Grupo Geocam para maiores orientações.  


Agradecemos por sua presença.


Assista o vídeo de apresentação da pesquisa, disponibilizada a banca avaliadora, na oportunidade o doutorando Carlos Jorge Nogueira de Castro do Programa de Pós-graduação em Geografia (PPGEO-UFPA), apresenta os elementos centrais que compõem a tese.



Este vídeo foi encaminhado aos membros da banca avaliadora juntamente com o manuscrito da pesquisa, permanecendo com acesso restrito até horas antes da defasa. Assim, neste momento está sendo disponibilizado ao público do Blogger do Geocam, como instrumento facilitador no processo de defesa da tese a ser realizada às 8:30 do dia de 11 de agosto de 2020.

Acesse a tese em sua versão final, clique aqui...



Solicite o acesso em: grupo.geocam@gmail.com

#Pesquisa

Publicado às 00h35min. em: 10/08/2020

Atualização às 08h00min. em: 08/05/2021

Texto - Geocam - Uepa (2020)


segunda-feira, 27 de julho de 2020

SOCIEDADE E TERRITÓRIO PUBLICA PESQUISA DO GEOCAM: Magalhães Barata (PA): da fragmentação territorial às dinâmicas e conflitos da pesca artesanal na Reserva Extrativista Marinha Cuianarana.

O Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (Geocam), prossegue em suas atividades acadêmicas. Assim, o volume 32, nº 1, da Revista Sociedade e Território (e-ISSN: 2177-8396, e Qualis B1) vinculada ao Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) publica a pesquisa: MAGALHÃES BARATA (PA): DA FRAGMENTAÇÃO TERRITORIAL ÀS DINÂMICAS E CONFLITOS DA PESCA ARTESANAL NA RESERVA EXTRATIVISTA MARINHA CUINARANA
O artigo foi desenvolvido a partir dos seguintes pesquisadores:
    • Carlos Jorge Nogueira Castro, Universidade do Estado do Pará - Geógrafo Mestre - Professor de Cartografia do Curso de Geografia da Universidade do Estado do Pará (UEPA). Pesquisador do Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (GEOCAM). E-mail: carlosjorge319@gmail.com
    • Nonato Sousa Gonçalves, Universidade do Estado do Pará - Graduação em Geografia na Universidade do Estado do Pará; Integrante do Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (GEOCAM). E-mail: nonatosousa630@gmail.com
    • João de Souza Barros Filho, Universidade do Estado do Pará - Especialista em Metodologia do Ensino de História e Geografia pelo Centro Universitário Internacional - UNINTER. Técnico-administrativo da Universidade do Estado do Pará (UEPA). Integrante do Grupo de Observação Cartográfica da Amazônia (GEOCAM-UEPA). E-mail: jfilhogeo@gmail.com
A pesquisa aborda a Zona Costeira Paraense, em específico o município de Magalhães Barata, contemplando a discussão acerca do mosaico de ocupações e conflitos nos quais afloram múltiplas territorialidades na pesca. O enfoque apresenta elementos da pesca artesanal e os conflitos envolta da regulação de uso na Reserva Extrativista Marinha de Cuinarana frente aos instrumentos de normatização dos órgãos federais incidentes no modo de vida e estratégias de reprodução da população local.
A pesquisa conta com referenciais bibliográficos da geografia, na discussão conceitual acerca das territorialidades Haesbaert (2004) e Souza (2009), para a interpretação destas, expressas em suas relações com o poder, seja na apropriação e/ou dominação, presentes no encontro entre agentes. Dentre pesquisadores amazônicos que tratam das territorialidades pesqueiras SILVA (2007; 2016); SOMBRA et al., (2018), e GUEDES (2011), possibilitaram a apreensão sobre os aspectos das práticas pesqueira na Amazônia Paraense. Assim, a partir deste suporte analítico foi possível abordar sob o prisma do território as territorialidades presentes na pesca, aprofundando na prática da pesca artesanal e suas territorialidades expressas na Resex Marinha de Cuinarana GONÇALVES (2019). 
A pesquisa é fruto das atividades desenvolvidas a partir do cronograma estabelecido no projeto: ANÁLISE GEOGRÁFICA DA PRODUÇÃO DO ESPAÇO E DOS TRANSPORTES NOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE INTEGRAÇÃO DO GUAMÁ, que teve como proponente o pesquisador Carlos Jorge Nogueira de Castro, e tendo como bolsista inicialmente o bolsista Nonato de Sousa Gonçalves (na época cursando a graduação em geografia).
O Projeto foi aprovado no edital 069/2017 – PIBIC – FAPESPA, onde o convênio firmado pela Universidade do estado do Pará (UEPA) através da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp), tendo como agência financiadora a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (FAPESPA).
Para além do artigo, ora apresentado o debate foi aprofundado na pesquisa de Trabalho de Conclusão de Curso intitulado: A fragmentação territorial da zona costeira do Nordeste Paraense: dinâmicas territoriais da pesca na Reserva Extrativista Marinha de Cuinarana, município de Magalhães Barata-PA defendido em: 21 fevereiro de 2019 pelo pesquisador Nonato de Sousa Gonçalves.
O Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (Geocam), inicia o segundo semestre do ano de 2020 com esta importante contribuição, na oportunidade de leitura espacial na pesquisa em geografia na Amazônia.

Link da Revista:  
Link do Artigo:
Texto: Geocam - Uepa (2020).

sexta-feira, 17 de julho de 2020

DIÁLOGOS COM A PESQUISA: ANÁLISE DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DOS MUNICÍPIOS DA R.I. DE CASTANHAL


A apresentação da síntese da pesquisa desenvolvida sob orientação do Geógrafo Prof. Me. Carlos Jorge Nogueira de Castro (Geografia-UEPA), em que teve os devidos encaminhamentos desenvolvidos pelo Bolsista Felipe Inácio Melo de Andrade (Geografia- UEPA). A apresentação aborda, em síntese, os elementos estruturantes da pesquisa intitulada: ANÁLISE DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO GEOGRÁFICA IMEDIATA DE CASTANHAL E A ELABORAÇÃO DE RECURSOS DIDÁTICOS EM GEOGRAFIA.

A pesquisa contou com financiamento público da Universidade do Estado do Pará (UEPA) através da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PROPESP), através do edital PIBIC-013/2019, sendo encaminha sob a estrutura de análise geográfica e cartográfica do Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (GEOCAM). 

Neste momento, a apresentação da pesquisa configura-se como um importante exercício no processo de socialização, em síntese, dos procedimentos e resultados objetivados na mesma.


Observação Importante: No primeiro momento, esta apresentação configura-se enquanto um exercício de debate interno do grupo Geocam. Respeitando as recomendações de isolamento social, em que a sociedade presencia neste momento histórico e geográfico(Covid-19), houve a necessidade do grupo em organizar, sistematizar, e apresentar os elementos centrais da pesquisa.

Créditos: Geocam (2020)
Local da Apresentação: Laboratório de Pesquisa em Geografia da Violência e do Crime (LAB-GEOVCRIM);
Rede Colaborativa: Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (Geocam).
Belém: UEPA - CCSE (2020). 
Texto: Geocam (2020)

Maiores Informações

domingo, 28 de junho de 2020

GOOGLE EARTH E A CRIAÇÃO DE TEMAS VETORIAIS

Considerando a necessidade de acadêmicos na criação de camadas vetoriais de acadêmicos de geografia e de áreas afins, essa publicação visa apresentar caminhos simples para pesquisadores em estágio inicial no universo do geoprocessamento e das geotecnologias. Assim, nós do Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia apresentamos os procedimento necessários para a vetorização, com criação e edição de camadas vetoriais no software Google Earth.

BREVE HISTÓRICO
O recorte espacial utilizado para este exercício é o espaço urbano da cidade de Salvaterra (Ilha do Marajó) delimitado nas quadras do bairro da Praia Grande. Por constituiu parte de um município com forte marca histórica e geográfica, sobretudo pela Vila do Joanes que foi construída no século XVII pela Ordem dos Jesuítas.
Apesar do município remontar a formação do território paraense, a densidade populacional é considerada baixa, pois em acordo com os dois últimos censos 2000 e 2010 (IBGE) a população teve um acréscimo de 5.066 habitantes, destes 10.292 do sexo masculino, e 9.892 do sexo feminino; entretanto, observa-se a concentração da população no ambiente urbano, com 12.681 habitantes, o restante 7.503 habitantes em ambiente rural, ver tabela a seguir.
Nome do Município
População 2000
Total de Homens 2010
Total de Mulheres 2010
Total da Pop. Urbana 2010
Total da Pop. Rural 2010
População 2010
Salvaterra
15.118
10.292
9.892
12.681
7.503
20.184
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Censos 2000 e 2010.
Org. CASTRO, C. J. N. 2014.
O município guarda grandes particularidades históricas para a formação do território paraense. Assim, um primeiro levantamento sobre o município busca a compreensão da disposição das quadras da bairro da Praia Grande, no ambiente urbano da cidade de Salvaterra-PA.

PROCEDIMENTOS

A identificação e o posicionamento da cidade de Salvaterra é fundamental para a Criação e Edição de Temas Vetoriais, contextualizado com a geografia e a história do município.
Google Earth: Criação de Temas Vetoriais

    Abrindo o Google Earth, clique em Meus Lugares > Lugares temporários.
Em Lugares temporários, clique com o botão direito > Adicionar > Pasta.

Em Novo Pasta, você determina o nome da camada que você deseja gerar [Ex.: Ruas, Quadras, Bairros, Área de Comercial, etc.] > Ok.

Observe a pasta Salvaterra Quadras que surge na parte superior esquerda (abaixo de meus documentos) da tela.

Antes de iniciar o processo de edição e de criação das poligonais de interesse, você precisa configurar uma simbologia adequada para o processo de vetorização das múltiplas áreas (principalmente se elas estiverem em sobreposição).

No passo seguintes, clique em Adicionar Polígono.

Dica importante, antes de clicar nos limites desejados para a composição de sua feição, selecione o campo nome e caracterize a área a ser vetorizada [desenhada], neste caso: Quadra, agora selecione a aba estilo/cor; estabeleça:

Linha, Cor: Vermelha, Largura: 1,5; Opacidade: 100%;
Área, Cor: Amarela; mude o estilo para Sólido + Circunscrito; 70% transparente[1].

Inicie a vetorização...

Em edição, clique nos limites desejados em sua geometria [vai aparecer as linhas e uns pontos quadrados, estes são chamados de vértices, o verde representa o último vértice demarcado].
Ao fim da edição [completando a área desejada], clique em OK.

Perfeito, dessa forma você obteve a primeira poligonal [Quadra].
É importantes notar que abaixo da Pasta Salvaterra Quadras, você tem a feição Quadra.

Para continuar o processo de construção das demais feições, retorne ao ícone Novo Polígono e retome quase o mesmo processo para vetorizar [desenhar] uma nova área.
Clique em Adicionar Polígono.
Nesta etapa, você não precisa modificar os parâmetros de simbolização; pois, estes encontram-se configurados de acordo com a organização estabelecida na etapa anterior.
No processo de vetorização [desenho das geometrias], você pode sobrepor os limites, não há problemas quanto a isso. Mas entenda que a atual geometria, neste caso Quadra, está representada pela cor vermelha, com cada vértice a mostra.

Ao fim da segunda vetorização > OK.
Ao fim dos procedimentos sugeridos, note que você possui mais de duas feições em uma Pasta. Porém, adiante sua Pasta irá gerar uma Camada Vetorial, possível de ser analisada em um software em Sistema de Informação Geográfica (SIG) e submetida a procedimentos de geoprocessamento e análise espacial.

Para que isso ocorra, clique na pasta Salvaterra Quadras, com o botão direito, Salvar Como, estabeleça o local em seu computador [caso queira renomear o arquivo pode fazer], salve observando os dois tipos disponibilizado pelo Google Earth [KML ou KMZ].

Ao abrir um software SIG, como ArcGis ou Quantum Gis, você pode facilmente importar a camada vetorial Salvaterra Quadras (seja em .kml ou .kmz), podendo converter a natureza ontológica da camada em formato shp, kml, dxf, entre outros. Porém, é aconselhável o uso do formato Shapefile (.shp) pois permite melhores resultados quanto às operações espaciais e geoprocessamento de dados.

CONSIDERAÇÕES

Neste tutorial partimos da origem, da construção de dados vetoriais, que podem resultar em uma planta, neste caso da área urbana de Salvaterra-PA. Contudo, a representação deverá ser realizada em outro software, como sugestão orientamos o uso Quantum GIS.

Ao seguir os procedimentos apontados neste pequeno tutorial acreditamos que você começará a ganhar habilidades no processo de vetorização, e maior autonomia no processo de conversão de camadas vetoriais, fazendo uso das geotecnologias e dos recursos dos softwares de geoprocessamento. Construa suas geometrias com o máximo de rigor possível, e lembre-se a pressa não pode dominar seu trabalho. A concepção de representação cartográfica [mapa, carta, planta ou croqui] está mudando, não corra o risco de receber críticas por pular etapas importantes para seu projeto cartográfico.

Geógrafo professor de Cartografia (UEPA).
Carlos Jorge N. de Castro.


[1] Ainda não dê o Ok, inicie o processo de vetorização demarcando os limites constatados em Campo.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

REVISTA GEO UERJ PUBLICA PESQUISA DO GEOCAM SOBRE A FRAGMENTAÇÃO TERRITORIAL DE MARACANÃ – PA.

O Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (Geocam) finaliza o ano de 2019, com mais uma importante contribuição para a análise geográfica da Amazônia Paraense.
A Revista Geo Uerj, é vinculada ao Instituto de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com publicação de trabalhos inéditos de revisão crítica, e resultado de pesquisas de natureza empírica, experimental ou conceitual. Sobre estes preceitos, a 35° Edição da Revista Geo Uerj apresenta o artigo: DA IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA NA ECONOMIA COLONIAL AOS PROCESSOS DE FRAGMENTAÇÃO TERRITORIAL NO NORDESTE PARAENSE: DINÂMICAS TERRITORIAIS E REPRODUÇÃO DO ESPAÇO NO MUNICÍPIO DE MARACANÃ (PARÁ/BRASIL).
O artigo foi desenvolvido a partir dos seguintes pesquisadores:
ü  Geógrafo Mestre em Geografia, e professor Carlos Jorge Nogueira de Castro vinculado Universidade do Estado do Pará, Campus Universitário de Igarapé-Açu (Campus-X), e Líder do Geocam;
ü  Geógrafo Mestre em Geografia, e Professor Daniel Araújo Sombra Soares vinculado ao Núcleo de Meio Ambiente da Amazônia (Numa - Ufpa), professor da Secretaria de Estado e Educação do Pará (Seduc-Pa);
ü  Geógrafo Especialista Metodologia do Ensino de História e Geografia, João Barros Filho servidor do quadro Técnico da Universidade do Estado do Pará, Campus Universitário de Igarapé-Açu (Campus-X);
ü  Professor Licenciado pleno em Geografia Nonato Gonçalves Sousa bolsista do projeto - e egresso da Universidade do Estado do Pará, Campus Universitário de Igarapé-Açu (Campus-X).
O artigo se estrutura nos antecedentes históricos de Maracanã (Cintra), o processo de colonização e ocupação na porção Nordeste Paraense, o processo de fragmentação territorial, e mais recentemente a reprodução do espaço rural do município de Maracanã (limite atual), para então adentrar na análise dos processos de reprodução no espaço rural do município.
A partir do conjunto de pesquisas desenvolvidas pelo Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (GEOCAM), no âmbito da Universidade do Estado do Pará (UEPA).
Fazendo uso de revisão de literatura, faz uso de dados primários obtidos em trabalhos de campo realizados em 2016 e 2017, que aliados a cartografia e o geoprocessamento de imagens permitiram a confecção das representações cartográficas essências para a realização da análise e discussão do tema. Além de dados secundários de âmbito estatístico de instituições públicas brasileiras.
Por fim chegou-se à conclusão de que para compreender os processos de fragmentação e estruturação espacial do Nordeste Paraense, em especial a zona bragantina, devemos considerar as intencionalidades dos agentes hegemônicos locais que realizam constantes modificações socioespaciais de acordo com seus interesses.
A pesquisa é fruto das atividades desenvolvidas a partir do cronograma estabelecido no projeto: ANÁLISE GEOGRÁFICA DA PRODUÇÃO DO ESPAÇO E DOS TRANSPORTES NOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE INTEGRAÇÃO DO GUAMÁ, que teve como proponente o o pesquisador Carlos Jorge Nogueira de Castro, e tendo como bolsista inicialmente o bolsista Nonato de Sousa Gonçalves (na época cursando a graduação em geografia).
O Projeto foi aprovado no edital 069/2017 – PIBIC – FAPESPA, onde o convênio firmado pela Universidade do estado do Pará (UEPA) através da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp), tendo como agencia financiadora a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (FAPESPA).
O Grupo de Estudos e Observação Cartográfica da Amazônia (Geocam), finaliza o ano de 2019 em festa, através desta oportunidade de leitura espacial na pesquisa em geografia na Amazônia.

Link da Revista:


Link do Artigo:

Texto: Geocam - Uepa (2019).

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