domingo, 25 de janeiro de 2015

PARÁ: DISTRIBUIÇÃO POPULACIONAL, COMPARATIVO CENSOS 2000 - 2010 - Da Tabela ao Mapa


Propósito
Realizar a integração de tabela com geometria, considerando a necessidade de realizar um trabalho que envolva a relação do quantitativo populacional do estado do Pará entre 2000 e 2010. O propósito deste tutorial, consiste em apresentar a metodologia de integração de tabelas (organizadas em planilhas Excel) com camadas vetoriais geoespacializáveis (formato shapefile) a partir da União dos atributos e apresentar um critério para distribuição em intervalos de classes nas camadas vetoriais dos municípios do estado do Pará.
1º Passo: Excel 

Reconhecimento dos atributos da Planilha: Censo Pará 2000_2010.xls

Na Pasta Quantum GIS Carlos Jorge > Tabelas Trabalhas >  Tabelas Integração > Censo Pará 2000 2010.
Atributos:
Código do Município | Nome do Município | Total da População 2000 | Total de Homens (2010) | Total de Mulheres (2010) | Total da População Urbana (2010) | Total da População Rural (2010) | Total da População 2010

Para além desta operação de união de informações, avançamos no sentido de projetar um modelo de impressão, que ressalte o comparativo entre a população existente em 2000, e em 2010 por município.
2º Passo: Quantum GIS
Adicionar camada vetorial

A disposição você possui um arquivo vetorial contendo a geometria do estado, com os seguintes atributos: ID | CD_GEOCODM | NM_MUNICIP.
Para isso vá em Adicionar Camada Vetorial > Buscar > Trocar a codificação do arquivo para Todos os Arquivos
Adicionar camada vetorial > buscar > trocar a codificação do arquivo para Todos os arquivos.
Ao Adicionar a Planilha Censo Pará 2000 2010.

OBS: o arquivo Censo Pará 2000 2010, deve estar salvo em Planilha,  no formato Pasta de trabalho Excel 97-2003.xls > Abrir
Em paralelo você deve possui um arquivo em planilha, contendo os seguintes campos: Código do município; Nome do município; Total da População 2000; Total de homens; Total de mulheres; Total da população urbana; Total da população rural; Total da população 2010.
Após este procedimento, você deve observar que acima da camada vetorial Municipios_2010_PA, aparaceu a Tabela Plan1.
Agora clique na Camada vetorial: Municipios_2010_PA > Propriedades.
Selecionar : Municipios_2010_PA  >  Propriedades da Camada > Uniões
Em Uniões selecione as seguintes opções:
Adicionar união de vetor: 
Unir camada:  
Plan_1  |  Unir campo: Código do município  | Campo alvo: CD_GEOCODM 
(Certificar-se que está marcado:  Armazenar a camada unida na memória virtual) 
Selecionar Municipios_2010_PA > propriedades da Camada > Uniões

Propriedades da Camada : Municípios _2010_PA
Aplicar  >  OK
A partir da inserção da tabela do Excel você pode duplicar a camada com a tabela inserida (vale lembrar que na sua base de dados a informação não integrada não encontra-se unida, somente no projeto atual).
Selecionar : Municipios_2010_PA  >  Duplicar
Agora você terá duas camadas vetoriais, entretanto você deve determinar a primeira camada vetorial será Municípios Pará 2000.
A segunda Camada Vetorial será Municípios Pará 2010.
3º Passo: Determinar os critérios de simbolização de acordo com os valores inseridos da Tabela.
A partir da integração de tabelas, você deve realizar um levantamento prévio acerca dos quantitativos de habitantes por município na Camada Municípios Pará 2000.

(valor mínimo e máximo) do mesmo modo levante o número de habitantes por município na camada Municípios Pará 2010. (valor mínimo e máximo). 
Depois deste levantamento estabeleça os intervalos a serem adotados para cada classe.


4º Passo: Cartografia Temática: Simbolização das camadas na relação de proporção populacional.

Selecionar Municípios Pará 2000 > Propriedades

Propriedades da Camada:  Municípios Pará 2000  > Estilo : Graduado  > Coluna : Plan_1 _total da População_ 2000

Classes : 5  > Cor de Declividade : OrRd  > Modo : Intervalo Igual


Desta forma, você abre o campo de intervalos. Entretanto, os valores são postos aleatoriamente, você deve preencher os intervalos considerando a metodologia adotada.
Determine manualmente o valor mínimo e máximo para cada classe para a coluna Plan_1 _total da População_ 2000.


Classificar  >  Aplicar  >  OK
Repita a operação para a camada vetorial  Municípios Pará 2010
Selecionar Municípios Pará 2010 > Propriedades

Propriedades da Camada:  Municípios Pará 2010  > Estilo : Graduado  > Coluna : Plan_1 _total da População_ 2010 Classes : 5  > Cor de Declividade : OrRd  > Modo : Intervalo Igual


Determine manualmente o valor mínimo e máximo para cada classe para a coluna Plan_1 _total da População_ 2010.


Ao fim e você cria um projeto cartográfico, e pelo Quantum GIS você cria um compositor de impressão [procedimentos para um próximo tutorial].

O resultado destes procedimentos, resultaram na elaboração da seguinte representação cartográfica:


A parceria entre instituições e grupos de estudos reforçam o processo de crescimento da Geografia paraense.

Um abraço a todos, e sempre no propósito de compartilhar novos materiais no campo da geografia, da cartografia e do ensino, buscando catalisar novos materiais de suporte para levantamentos cartográficos.
Bom trabalho
Geógrafo 
Carlos Jorge N. de Castro






domingo, 16 de novembro de 2014

Google Earth: Exportando Camadas Vetoriais - Kml [Google Earth], e Conversão - Shp [Quantum Gis].

O presente tutorial visa complementar o procedimento de vetorização e Google Earth: Criação de Temas Vetoriais.

Desta forma vamos buscar outro recorte territorial; Vamos pegar uma rápida vetorização das vias próximas ao complexo Ver-o-Pêso.

O procedimento aqui adotado é utilizado para todos os temas vetoriais que se encontram nesse software, e que desejam ser trabalhos em softwares de geoprocessamento como o Quantum Gis, Arc GIS, Terra View, entre outros.

Para isso vamos ao Google Earth.



Clique na pasta em que você organizou as feições geométricas.
Para este material, selecionamos a pasta Ruas [compondo ruas próximas ao Complexo de Feiras do Ver-o-Pêso].


Visualize sua área de desenho, e identifique a pasta em que você salvou cada feição.

 Clique na Pasta [neste caso nomeamos, Ruas]

Tudo que está vinculado a mesma será salvo neste procedimento, é necessária uma revisão pela interface [Você que está manipulando o software]. 

Após se certificar que todas as feições estão ligadas para a mesma pasta, clique na mesma [Ruas].

Clique em Ruas [botão direito], Salvar Lugar Como.

Após este procedimento, selecione o diretório [será salvo na Área de Trabalho] e o tipo de saída do arquivo [neste caso KML = *.kml].
Salve.


Ao realizar este procedimento você pode abrir o arquivo em um software de geoprocessamento. Neste caso, vamos utilizar o Quantum GIS [Versão 2.4.0 Chugiak]. Vamos abrir este arquivo salvo em KML e convertê-lo em SHP = *.shp. Um procedimento que ainda gera bastante confusões.

Abra o software Quantum GIS:
Ao abrir o Quantum, você deve buscar o ícone que busca os arquivos vetoriais [geometrias], neste caso o arquivo Ruas.

Clique em Adicionar Camada Vetorial


Veja na imagem a seguir:

Em adicionar camada vetorial, clique me Buscar, selecione o diretório [Área de Trabalho].


Ao buscar o arquivo, entenda que o software trabalha com várias camadas geométricas, assim, selecione o código de fonte: Keyhole Markup Language [KML].


A partir da definição, o KML torna-se visível para a busca.

Clique em abrir, e veja que o domínio da aba Adicionar Camada Vetorial está completa.


Finalize a importação clicando em Abrir.

Neste momento, a camada rua encontra-se em arquivo KML, sendo nosso propósito converte-lo para o formato SHP.
Para isso, vá na camada Ruas [clique com o botão direito], e vá até Salvar Como...

Em Salvar Como... verifique os seguintes procedimentos:
Veja o procedimento..



Após esta etapa, verifique que o destino do domínio da nova camada foi estabelecido [C:/Users/CARLOS/Desktop/Ruas/Ruas Ver-o-Pêso.shp]. Este sofre alteração quanto ao nome do computador.

Antes do OK, Marque: [x] Adicionar Arquivo Salvo ao Mapa.



Finalize clicando em OK.

Pronto, você possui dois arquivos:
Ruas [no formato KML]
Ruas Ver-o-Pêso [SHP]


Acreditamos que chegamos ao um ponto de amarração, nosso propósito neste material foi responder a uma necessidade que muitos alunos possuem, ao mesmo tempo em que complementamos nosso tutorial: http://geografia-cartografia.blogspot.com.br/2014/10/a-edicao-de-temas-vetoriais-no-google.html [1].
Um abraço a todos, e sempre no propósito de compartilhar novos materiais no campo da geografia, da cartografia e do ensino, buscando catalisar novos materiais de suporte para levantamentos cartográficos.
Bom trabalho
Geógrafo 
Carlos Jorge N. de Castro

[1] Ver em: http://geografia-cartografia.blogspot.com.br/2014/10/a-edicao-de-temas-vetoriais-no-google.html

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

POR UMA NOVA LEITURA SOBRE AS REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS


        Apresentação

            Nos últimos anos, os cursos de geografia do Estado do Pará estão cada vez mais se aproximado do conhecimento cartográfico. Entretanto, como todo processo de inserção e amadurecimento conceitual, muitos são os percalços encontrados ao longo do caminho. Muitos estudantes e profissionais ligados à pesquisa desenvolvem seus conhecimentos sobre os softwares, e aplicam formulas de geoprocessamento sobre diferentes tipos de camadas vetoriais e buscam uma resposta a sua pesquisa.

Entretanto, estes estudantes e pesquisadores acabam por encontrar serias limitações no desenvolvimento de suas pesquisas com a falta de uma leitura integrada do conhecimento. A geografia quando analisada e interpreta um fenômeno espacial, deve encontrar na cartografia um modelo de representação capaz de transcrever por meio da escrita gráfica o fenômeno, no geoprocessamento realizado sobre as camadas vetoriais, novas informações são geradas, possibilitando reforçar a tese inicialmente levantada.


Introdução
Na mudança de século, o uso da representação cartográfica deixou de responder a pergunta onde? e passou a responder questões relacionadas aos agentes que interferem no espaço, como: Por quê? Quando? Por quem? em que finalidade? Para quem? de que modo?

Sobre este olhar, a cartografia vem sendo desenvolvida nas turmas de geografia da Universidade do Estado do Pará (UEPA), e em cursos ofertados aos alunos da turma de geografia da Universidade Federal do Pará (UFPA) por meio do Grupo Acadêmico de Produção do Território e Meio Ambiente da Amazônia (GAPTA-UFPA). Um novo processo de amadurecimento do conhecimento cartográfico se inicia também pelo Grupo Geoprocessamento, Cartografia e Agrária na Amazônia (GEOCARTA-UEPA), com o propósito de aproxima a prática docente à pesquisa.

Para isso, integrasse os conhecimentos sobre as categorias geográficas, os fundamentos cartográficos, e sua aplicação por meio de softwares de geoprocessamento e interpretação de imagens. Contextualizando o conhecimento com temas afins da ciência geográfica.


        Coleta de Dados e Geração de Informação
Neste pequeno artigo, abordaremos os focos de incêndios registrados em duas semanas no Brasil, e posteriormente verificaremos como geograficamente se distribuem entre os Biomas brasileiros.

Tendo o objetivo projetado, vamos as fontes de dados mais confiáveis para a análise; a consulta ao demonstrativo disponibilizado pela Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço – National Aronautics and Space Administration (NASA), onde o sensor remoto acoplado ao satélite aero espacial. Em suas orbitas foram captados somente na segunda semana, no intervalo que vai dos dias 14 e 21 de setembro de 2014, o registro de 131.423 focos de incêndios no Mundo.

Estes dados são especializados e a partir do uso do geoprocessamento, foi possível quantificar estes valores por países. O Brasil registrou 19.480 focos de incêndios, em termos proporcionais o país participou com 13% dos focos de incêndios no mundo, conforme a figura abaixo:

Focos de Queimadas
Total
Percentual
Mundo
131.423
87%
Brasil
19.480
13%

Este primeiro extrato nos permite uma primeira compreensão da espacialidade dos focos de queimadas. Entretanto, as informações apreendidas em uma semana são indicativos que podem representar um fenômeno isolado. Para tanto, na semana seguinte, no intervalo dos dias 22 à 29 de setembro, os registros somaram o total de 89.795 focos de incêndios. Em termos proporcionais, o Brasil, participou com 14%, mesmo com a redução para 14.528 registros, conforme a tabela a seguir:


Focos de Queimadas
Total
Percentual
Mundo
89.795
86%
Brasil
14.528
14%

O mundo e o Brasil, reduziram os registros de incêndios. Entretanto, o Brasil ainda apresenta elevados índices de queimadas em relação aos demais países.

De posse destes dados, que subsidiam esta análise; são necessários os cruzamentos destes registros especializados nos limites dos Biomas. Pois, a congregação de diferentes ecossistemas com comunidades biológicas, organismos de fauna e da flora, formam um Bioma. A perca destes organismos gera fortes distúrbios no ecossistema promovendo mudanças climáticas, hídricas, de solo, etc. Assim, busca-se mensurar até que ponto os registros de queimadas ameaçam os biomas brasileiros.

Para a realização deste cruzamento, cabe a busca da camada vetorial correspondente entre as instituições responsáveis pela delimitação dos Biomas. Assim, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), disponibiliza a malha geográfica digitalizada em 2005, contendo os seguintes Biomas terrestres: Amazônico, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa.

O Sistema de Informação Geográfica (SIG), tem contribuído para a análises espaciais. Dentre os vários softwares em plataforma SIG, o Quantum GIS 2.4.0 (versão Chuagiak) tem possibilitado o cruzamento de informações entre duas ou mais camadas vetoriais. Neste sentido, é possível mensurar o quantitativo dos registros de incêndios no Brasil, cruzando pelos limites dos Biomas brasileiros, considerando os comparativos entre semanas.

Na primeira semana mensurada (14 à 21 de setembro de 2014), o Brasil teve o registro de 19.480 registros de ocorrências de incêndio, que podem ser melhor compreendidos na tabela a seguir:


Bioma
Total
Percentual


Cerrado
11.165
57%
Amazônico
5.496
28%
Mata Atlântica
1.675
9%
Caatinga
1.022
5%
Pantanal
120
1%
Pampa
2
Menos de 1%
Fonte: NASA (2014) e IBGE (2005);
Org. CASTRO, C. J. N. 2014.

Analisando a tabela e o gráfico acima, observa-se o elevado número de registros de queimadas no bioma cerrado ao alcançar 57% do total de queimadas ao somar 11.165 focos de queimadas, seguido pelo bioma amazônico com 5.496 registros participando com 28% do total; o bioma pampa foi o que menor participação no índice de queimadas ao registrar apenas 2 focos de queimadas em seu limite.
            
          Analisar os registros no intervalo de 14 a 21, nos apresenta uma temporalidade. Sendo necessária para efeitos comparativos um novo período de análise. O ideal é que este compreendesse a uma maior escala temporal, como intervalos que levassem em comparação os registros de focos de incêndios ao longo de um mês, e que fosse considerado de dois a três anos de análise. Entretanto, para efeito demonstrativo do uso do geoprocessamento por meio do uso do software Quantum GIS, foi considerado o processamento feito sobre os dados da semana posterior, no intervalo de 22 à 29 de setembro de 2014.

         Seguindo a mesma metodologia foi possível compreender que mesmo no declínio do total de registro de 14.528 incêndios. Distribuídos nos seguintes biomas:

Bioma
Total
Percentual



Cerrado
6.092
42%
Amazônico
6.175
43%
Mata Atlântica
1.148
8%
Caatinga
999
7%
Pantanal
70
Menos de 1%
Pampa
40
Menos de 1%
Fonte: NASA (2014) e IBGE (2005);
Org. CASTRO, C. J. N. 2014.


        De posse das informações preliminares descritas nos gráficos acima pode-se compreender que a redução mundial nos focos de incêndios em termos proporcionais foi maior que a redução brasileira. Em comparação, o Bioma Amazônico aumentou sua participação em valores reais e em termos proporcionais; o bioma Cerrado reduziu quase a metade seu índice de incêndios tendo uma sensível participação na segunda semana; a Mata Atlântica acompanhou o declino com sua redução em valores reais em termos proporcionais; contudo, o Bioma Caatinga, reduziu os registros, mas elevou sua participação em 2%. Quanto aos biomas Pantanal e Pampa, suas participações no índice de queimadas caiu para menos de 1%. Este indicativo pode estar relacionado aos limites dos biomas.

 A apresentação de gráficos ilustrativos deve antecipar a representação cartográfica, no âmbito de preparar o leitor, no propósito de correspondência dos dados, com informações, espacializados na representação.


 Da Informação à Representação Cartográfica

        As informações descritas acima são reforçadas pela representação cartográfica a seguir, que realiza uma rápida análise comparativa entre as semanas do dia 21 à 28 de setembro, e da semana que vai do dia 22 à 29 de setembro de 2014. Tratando de uma rápida análise temporal.


A compreensão da problemática apresentada, neste caso, o registro de focos de incêndios no Brasil e sua incidência nos Biomas, por se tratar de um elevado número de registros, na representação isso não fica tão preciso enquanto elemento pontual, podendo ser apreendido enquanto elemento zonal, deste modo os gráficos anteriores representam bem e compre a limitação de identificação de cada registro.

        Considerações

A concepção de mapa hoje encontra-se vazia em critério de análise, muitos pesquisadores ao solicitarem um mapa para seu trabalho acaba por menosprezá-lo, deixando como coadjuvante.

Nos últimos anos venho levantando a questão de se pensar em Projeto Cartográfico como suporte ao Projeto de Pesquisa, trata-se de desenvolver a pesquisa simultaneamente com o desenvolvimento cartográfico, como o reconhecimento da importância dos elementos geométricos, escalares, e métodos de simbolização gráfica.

Um mapa não deve ser feito em menos de 24 horas, a menos que o pesquisador o conceba a bastante tempo; elaborar um mapa não é uma tarefa mecânica, todos os seus elementos devem ser anteriormente projetados para então se concebido.

Nem tudo é mapa, tão pouco um “mapinha”, uma reflexão profunda sobre o espaço em que se deseja representar não pode ser descriminada desta forma. Os desconhecedores das técnicas [inclusive os inseguros no seu manuseio] aceitam piadinhas de mau gosto, por pessoas que desconhecem o princípio fundamental da rosa-dos-ventos, mesmo aquelas tenham tatuagens que a representam.

Por agradeço sua visita e esperamos ter contribuído para uma nova concepção de leitura sobre as representações cartográficas, este exercício pode ser perfeitamente aplicado em sala de aula com professores da rede básica de ensino.


Geógrafo Especialista.
Carlos Jorge N. de Castro.

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